Governo do Distrito Federal
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6/07/16 às 20h38 - Atualizado em 29/10/18 às 17h26

SLU apresenta Aterro Sanitário de Brasília em reunião comunitária

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU), em parceria com a Administração Regional de Samambaia, realizou no último dia 30, reunião comunitária com moradores da cidade. O motivo do encontro foi esclarecer dúvidas dos moradores com relação ao Aterro Sanitário de Brasília (ASB). O evento ocorreu no auditório do Instituto Federal de Brasília (IFB), campus Samambaia. 

A chefe da Assessoria de Gestão Ambiental do SLU (Asgam), Maria Fernanda Teixeira, apresentou o andamento das obras e esclareceu vários pontos que os moradores tinham dúvidas. Um deles é a diferença entre conceitos como “Lixão”, “Aterro Controlado” e “Aterro Sanitário”. 

Maria Fernanda ainda mostrou que a construção da nova Escola Guariroba, condicionante da licença ambiental de instalação do Aterro Sanitário, está dentro do prazo, além disso, citou dados referentes ao ASB. “O aterro, que tem uma dimensão aproximada de 44 campos de futebol, está a 2,14 km de distância dos núcleos populacionais. Ou seja, atende ao estabelecido nas normas técnicas”, afirmou. Segundo recomendação da NBR 13.896, a distância mínima de um aterro sanitário para núcleos populacionais deve ser superior a 500 m.  “Estão sendo tomados todos os cuidados para que sejam evitados os riscos de contaminação do solo e da água”, acrescentou. 

O projeto ainda conta com a implantação de uma barreira vegetal que contará com o plantio de 5.641 árvores nativas e 2.722 exóticas que, dentre outras finalidades, ajudarão a evitar a dispersão de odores e o acesso de animais à área do aterro.

Após a apresentação do andamento das obras, abriu-se espaço para perguntas e respostas. Foram convidados a compor a mesa de honra, por parte do SLU, a diretora-presidente da autarquia, Kátia Campos, o diretor-adjunto, Silvano Silvério, e o diretor Técnico, Paulo Celso dos Reis.

Também compuseram a mesa, o administrador Regional de Samambaia, Paulo Silva, a engenheira responsável pelo projeto do aterro, Luciana Soares Nogueira e a titular da 3ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema), Marta Eliana de Oliveira.   

Espaço para debate 

A titular da 3ª Prodema, Marta Eliana de Oliveira foi questionada sobre o papel do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) no acompanhamento das obras do ASB. “Além da fiscalização estamos sempre cobrando respostas acerca das condicionantes que já foram definidas na licença, como: a escola, o plantio das árvores, o parque, etc.”, respondeu.

A diretora-presidente do SLU, Kátia Campos, falou dos benefícios que a região ganhará com aterro sanitário. “O ASB tem cumprido todas as exigências, tanto ambientais, quanto técnicas. Todos os cuidados estão sendo tomados para que o aterro tenha uma vida útil prolongada, pois a ideia é reduzir ao máximo a quantidade de resíduos depositados no local”, disse. 

O conselheiro de cultura de Samambaia e militante do movimento Hip-Hop Rafael Felix (Singelo MC), fez uma avaliação positiva do encontro e viu a reunião como um avanço nos diálogos com a população. “Ainda que a estejamos receosos com alguns pontos, tivemos um espaço para expor nossos anseios. Embora acredite que deveria ter mais diálogo, vejo essa reunião como um avanço”, concluiu.

Ao final da reunião, o SLU se propôs a fazer um novo encontro em local mais próximo à comunidade, além de uma visita ao ASB, prevista para o dia 25 de julho. 

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