Governo do Distrito Federal
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26/11/18 às 18h05 - Atualizado em 27/11/18 às 15h10

O que fazer com os resíduos eletroeletrônicos?

Essa foi a principal pergunta na audiência pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal, nesta segunda-feira, convocada pelo presidente da Casa, Joe Valle, para discutir a logística reversa dos equipamentos eletroeletrônicos. Na mesa, representantes da Associação da Indústria Elétrica e Eletrônica, do Ministério do Meio Ambiente, da Secretaria do Meio Ambiente e do SLU.

Depois da apresentação de experiências bem sucedidas de recondicionamento de computadores por meio do Programa CRC do Ministério do Meio Ambiente e da parceria da Caixa Econômica com duas cooperativas de catadores para dar destinação aos equipamentos da instituição bancária, a presidente do SLU, Kátia Campos, deixou claro que a responsabilidade principal pela logística reversa é das empresas fabricantes, importadoras e comerciantes desses equipamentos, mesmo se ainda não houver acordo setorial assinado.

Kátia disse que o SLU está impedido legalmente de recolher esses materiais sem o devido ressarcimento. Ela lembrou que 70% dos resíduos secos gerados são embalagens e as empresas do setor não assumem totalmente os custos, apesar do acordo setorial, assinado há anos.

 

Os debatedores elogiaram as iniciativas pontuais de reciclagem apresentadas e concordaram que é preciso implantar uma política pública vigorosa para viabilizar a correta destinação desses resíduos, que chegam a 1,5 milhão de toneladas por ano no Brasil, com reciclagem de apenas cerca de 3%. “Mesmo assim, lembrou Alexandre mesquita, do ministério do Meio Ambiente, 100 mil pessoas vivem disso no Brasil. “Imagine se chegássemos a aproveitar 30%, perguntou.

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